Perguntei às estrelas: Quem sou eu?
Não souberam dizer, mudas ficaram,
E pressurosas nem sequer pararam,
Continuando a percorrer o Céu.
Igual pergunta me pareceu fazer,
Ao vento, ao mar, ao sol, que me falaram,
Mas também eles tristes afirmaram,
Nada saber sobre o destino meu.
Perguntei de seguida à borboleta,
Ao girassol, ao cravo e à violeta,
Se algo sabiam sobre as dores minhas…
Mas foi por fim a própria consciência,
Que respondeu com toda a inocência:
“Será feliz, pois para o Céu caminhas!”
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
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